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colorindo o ar da transmissora
em em frente a RÁDIO VISUAL o artista plástico BARRÃO um dos componentes do CHELPA FERRO impregnou de cor o ceu ao redor, durante anossa gravação de entrevista com outro integrante do CHELPA o editor de imagens e sons SERGIO MECKLER (imagem abaixo).
Escrito por lilian zaremba às 18h17
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sintonizando a Visual

Uma excelente experiência em transmissão por FM de programação radiofônica diferenciada pode ser obtida bastando sintonizar a RÁDIO VISUAL emissora da sétima Bienal do Mercosul, Ouçam durante uma hora diária - entre 22 e 23 horas - uma seleção produzida especialmente para este canal de arte sonora e que faz seu recorte interessantíssimo no ar da Cultura FM de Porto Alegre, pelo qual é transmitida, ampliando a escuta dos que desejam sair da mesmice do cardápio reinante no dial de "música & informação". Leiam abaixo um resumo: Programação diária na FM Cultura (107.7) - das 22h4’33” até ás 23h http://www.tve.com.br/index.htm• Conteúdo geral dos programas: Cada dia o programa da rádio vai abordar uma curadoria, seja com entrevistas, músicas ou obras sonoras que tenham relação com a mostra • Entrevistas com artistas e curadores • Entrevistas com o público • Reportagens sobre eventos da Bienal • Informações de serviço da Bienal • Obras sonoras contemporâneas e históricas pesquisadas pela equipe da Rádio • Obras sonoras enviadas por artistas • Obras sonoras do projeto Ao Redor de 4’33” • Conteúdos especiais: radionovelas, minidocumentários, performances sonoras produzidos pela equipe da Radiovisual ou cedidos para a Bienal • Cacos sonoros. Frases, sons, trechos de músicas e poemas • Karaokê poético. Colheita sonora feita entre o público a partir de leitura de poemas visuais durante a Pré-Bienal, e que num segundo momento serão selecionados e executados durante a programação da Rádio • Músicas. Um leque que vai do erudito ao pop. A premissa é que sejam canções que tenham um caráter de contemporaneidade ou experimentação tanto na composição quanto na mixagem. De Bjork a Ligeti; de Walter Franco ao pianista Glenn Gould tocando Bach (através de um processo de gravação e mixagem não convencional para a música erudita. São gravações consideradas um marco no século XX). NA INTERNET Estarão disponíveis apenas para audição, as 124 obras do projeto Ao Redor de 4’33”. Reportagens, entrevistas e conteúdos especiais também poderão ser ouvidos. Além disso, um streaming da Radiovisual vai rodar os programas ininterruptamente, 24 horas por dia. a RÁDIO VISUAL emissora oficial da sétima BIENAL DO MERCOSUL é resultado da iniciativa proposta pelo artista plástico ARTHUR LESCHER entregando a curadoria e supervisão desta experiência radiofônica para a também artista plástica LENORA DE BARROS tendo a competente equipe formada por FABRIZIO ROSA DENIS NUNES e ANGELICA SEGUI . Como se não bastasse transmitir uma seqüência sonora enriquecedora, a RÁDIO VISUAL é, literalmente, uma paisagem sonora: o conceito cunhado pelo canadense R.Murray Schaffer certamente se aplica e se amplia aqui, basta olhar a belíssima situação aonde esta emissora foi instalada: às margens do rio que corta a planície da cidade de Porto Alegre...! (acima e abaixo imagens que registrei em celular). 
Escrito por lilian zaremba às 15h39
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rádio escarlate
"...vibra, ressoa...-Oh...- Vermelho, vermelho diz de novo - Vermelho...-Vamos tentar outra cor...Eu proponho... É preciso esperar um pouco (...) -Schu!... - Schu, que tac - Schu, que tac que tic - Schu, que tac, que tac, que tic, que cada...- Branco? - Cada - Nãnãnãnãnã - Branco ou transparente ? " 
acima, parte do roteiro da série UNE PENICHE da radioartista premiada na VII BIENAL INTERNACIONAL DE RÁDIO ESCARLATA SANCHEZ veja mais em www.conaculta.gob.mx
Escrito por lilian zaremba às 10h19
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rádios públicas
acontece em outubro na UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA seminário organizado por profissionais importantes como as profs.dras. NELIA DEL BIANCO e SONIA VIRGINIA MOREIRA e o presidente da EBC - Empresa Brasileira de Comunicação - ORLANDO GUILHON 
informações do release: ...O LapCom da UnB e a ARPUB, em parceria com as Rádios EBC e apoio da Fundação Ford, promovem o Seminário Nacional Rádios Públicas Brasileiras, juntamente com o III Encontro Nacional das Rádios Públicas, com o objetivo de subsidiar a formulação de propostas para o setor a serem apresentadas na I Conferência Nacional de Comunicação (CONFECOM). Durante o evento serão discutidas as condições de funcionamento e gestão emissoras públicas, os impasses e oportunidades para sua manutenção como parte integrante do sistema de comunicação do país.
Participam do Seminário dirigentes de emissoras públicas, pesquisadores, profissionais e estudantes de Comunicação.
Programação Local do Evento: Auditório do Instituto de Ciências Biológicas do Campus da UnB
Dia 22/10/09 09h00 - Abertura 09h30 – Perfil das Rádios Públicas Brasileiras Resultado preliminar das pesquisas: “Rádio Digital” e “Diagnóstico das Rádios Públicas Brasileiras” Nelia Del Bianco (UnB) e Carlos Eduardo Esch ( UnB) 10h30 – Intervalo 10h45 – Debate sobre a pesquisa “Diagnóstico das Rádios Públicas Brasileiras” 12h00 – Almoço 14h00 – Mesa redonda: “Rádios Públicas no Brasil – Modelos, Especificidades, Conteúdo e Formas de Gestão” Sonia Virginia Moreira ( UERJ) Valci Zuculoto (UFSC) Orlando Guilon (EBC e ARPUB) Mário Sartorello (ARPUB e IRDEB) Mediação: Carlos Eduardo Esch (UnB) 16h00 – Intervalo 16h15 – Debate sobre a meda redonda “Rádios Públicas no Brasil – Modelos, Especificidades, Conteúdo e Formas de Gestão” Inscrições abertas até o dia 19 de outubro. Vagas limitadas. Para se inscrever, basta preencher o formulário anexo e enviar para lapcom@lapcom. unb.br
Comissão Organizadora Carlos Eduardo Esch Nelia Del Bianco
Escrito por lilian zaremba às 12h57
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rádio visual, algumas considerações
Com a entrada neste terceiro milênio da internet e a radiodifusão multimídia, a pergunta sobre a possível "visibilidade" da mensagem radiofônica volta ao centro dos debates: pode o rádio ser visual? Muitas e interessantes respostas vamos encontrando, por exemplo esta, do gaúcho prof.dr. universitário LUIZ ARTHUR FERRARETTO gravada em entrevista durante o último Congresso do INTERCOM em setembro, Curitiba.

"...o rádio mexe com a imaginação. Então o rádio é audição, transmite outras sensações. Ele transmite visão, por exemplo, tem aquele exemplo clássico não é: o som do trem, que vai se aproximando, vai crescendo e se aproximando do ouvinte, e depois vai se distanciando. Se a gente estiver trabalhando com dois canais, entra pelo canal esquerdo e sai pelo canal direito. Eu vi o trem. Inclusive eu vou saber se era uma Maria Fumaça ou se era um trem mais moderno. Pela sonoridade. A mesma coisa poderia fazer com o automóvel, com o que for, mas eu consigo... eu vou cometer a loucura de dizer o seguinte: eu acho que com o rádio eu consigo passar a sensação do cheiro, do sabor, eu faço um comercial de rádio em que eu quebro com um efeito sonoro uma batata frita no microfone e a pessoa que está ouvindo ela sente o gosto da batata frita, ela sente o cheiro da batata frita e aí eu abro, no imaginário das pessoas um refrigerante, faz o som da abertura, o som da tampa saindo, do gás saindo junto, e a pessoa sente o aroma, o gosto, tem o som ela vê a garrafa do refrigerante. Eu mexo com todos os sentidos. É possível sim.
Escrito por lilian zaremba às 11h07
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rádio bruxaria
No inicio do século 20 - nem faz tanto tempo assim... - a idéia de transportar a voz sem corpo de um lado a outro era algo apenas entendido como obra de feitiçaria...por isso, o padre gaúcho ROBERTO LANDELL DE MOURA foi excomungado pelo Bispo, sofrendo represálias como a destruição de seu Laboratório de Pesquisas. Ali, aonde o padre conseguiu pela primeira vez (muitos creditam a ela este pioneirismo no mundo) o transporte da palavra pelos ares, até outro ponto. O padre acabou sendo reconhecido em Nova York...acima, a imagem do padre em ação, e abaixo o seu "rádio", um dos primeiros aparelhos desta tecnologia.
 
perguntamos ao também gaúcho, o prof.dr. LUCIANO KLÖCKNER em entrevista gravada durante o último Congresso do INTERCOM , setembro de 2009 em Curitiba, sobre a atualidade deste feitiço: quando o rádio ainda pode ser considerado feitiçaria? "...o Padre Landell fez isso... o rádio... há pouco tempo vi um documentário acho que no canal Discovery, sobre as maiores mentiras da história e está ali o 1938, Guerra dos Mundos, talvez "outra feitiçaroa do rádio"... mas a grande feitiçaria para mim é o rádio na internet, porque te propicia tantas possibilidades... estamos chegando nessa possibilidade de ter um transmissor portátil. Você está aí com teu palm, e já ouvindo rádio na internet. Até estão fazendo uma experiência lá na RBS, que eu achei muito estranha. A RBS tem várias emissoras de rádio e a transmissão de futebol feita pela TV apresenta um delay, um retardo, e então o que acontece? A gente ouve primeiro no rádio - o que não deixa de ser uma espécie de feitiçaria também - a gente ouve primeiro no rádio e depois acontece a imagem na televisão".
Escrito por lilian zaremba às 10h53
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radiofonicidade
"...um conceito que tem me interessado últimamente - e não sei se essa palavra existe em língua portuguesa - é radiofonicidade. Quando, ao escutar o que chamamos de radioarte, de peça radiofônica, é realmente radiofônico. E aí fiquei pensando...o que atribui...como que nossa escuta é ... enfim: o que é radiofonicidade ? O que leva uma obra sonora a ser rotulada de radiofônica?" (parte da entrevista gravada com a radioartista e pesquisadora universitária JANETE EL HAOULI em setembro, durante o RECINE realizado no Arquivo Nacional, Rio (nesta imagem clicada em meu celular pequena visão ao fundo, atrás de Janete, do pátio da bela arquitetura do prédio centenário do Arquivo, antiga Casa da Moeda) tendo por tema neste ano de 2009, "o rádio no cinema". 
Escrito por lilian zaremba às 10h19
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